domingo, 6 de julho de 2014

Dino D-Day, o jogo mais incrível da história (e o mais absurdo)

    Pelo que o próprio nome sugere, o jogo se passa em uma realidade alternativa (DC comics feelings) onde Adolf Hitler encontrou uma forma de reviver os dinossauros e usá-los em seu exército de chucrutes.
   A ideia do jogo parece divertida, e o trailer até é interessante, mas o jogo se perde em sua jogabilidade precária e gráficos não lá muito bons.
    Em Dino D-Day, o jogador pode controlar um T-Rex, um velociraptor ou tricerátopo.
 

Mas o jogo recebeu críticas mistas por parte do público e dos especialistas em seu ano de lançamento (2011).

Na minha humilde opinião, essa imagem consegue ser melhor que o jogo em si.
Porra mano, é um tricerátopo com um FUCKING MEGA ULTRA BLASTER ZIKA PIKA DAS GALÁXIAS CANHÃO nas costas.

sábado, 7 de junho de 2014

A casa incendiada

    Sentado sob uma velha macieira, de folhas alaranjadas com um leve contorno vermelho em suas pontas, estava um jovem garoto. Sua aparência franzina era bizarra para sua idade; seus cabelos eram compridos e iam até seus ombros; seus olhos cansados esbanjavam uma bela coloração verde, como se tivesse duas esmeraldas no lugar das pupilas. Trajava uma roupa simples, costurada a mão por sua doce mãe, cujo rosto ele já não se lembrava mais.
    A vida havia sido severa com o rapaz, levando para o reino dos mortos a única pessoa que ele tivera certeza de que realmente o amara. Ele ainda podia sentir os braços de sua mãe tocando seu corpo, como se mesmo em outro mundo, ela pudesse abraçá-lo e acariciá-lo naqueles momentos de medo.

    O garoto tirou de suas costas o pesado saco de estopa que levava em suas costas, repousou-o na terra seca e, devido ao cansaço que a viagem lhe proporcionara, dormiu.
    Seus sonhos estavam recheados de alegria e comida, tudo o que ele mais desejara. Ele se viu de pé em frente a casa na qual vivera com seus pais durante toda sua vida. Todas as suas memórias estavam lá. Por um momento, o garoto se sentiu confortável, com um calor crescendo em seu peito. Mas da mesma forma que a casa surgiu, ela desapareceu. Um forte cheiro de fumaça contaminou seu nariz e seus pulmões.
    Em instantes, a casa na qual ele se abrigava ardeu em chamas, levando embora sua família, seus amigos e toda sua felicidade.
    O garoto tentou abrir a porta, mas a casa se desfez em poeira.

    Ao acordar, o garoto percebeu que estava agarrado ao saco de estopa. Ele chutou-o para longe, derrubando seu conteúdo, mas ele logo se arrependeu do que fez e pôs-se a juntar tudo de novo.
    O rapaz chorava enquanto recolhia os ossos de seu pai.